Ela na sonolência da manhã de descanso, distendida, uma alegoria de si mesma, o friozinho do ar e o calorzinho do colchão, incrementando a sensação de abandono de si, levanta a cabeça, levemente e num ângulo quase colado ao do travesseiro e pergunta: "Amor, como está o mundo?". Ao passo que o marido dela, desde horas com a xícara de café na mão, lendo os sete jornais de continentes espalhados, retruca: "Medíocre!". Então, ela volta a dormir, tranquila e apaziguada com os próprios sonhos.
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