Ele lia Freud como um código penal. Apegava-se, como prisioneiro, à letra da lei, em busca de refúgio e proteção contra as intempéries dos processos nos quais estava irremediavelmente enredado, e com espírito assolado e fustigado de criminoso, reclamava mitigação como quem foge dos rigores da pena inescapável.