Somos poucos mas somos muitos. Uns poucos multiplicados na fragmentação, não dá em nada, mas é o que somos sem estados de ser, nesse devir-minoritário, cuja mensagem é impossível, tal qual o real, e não combina com esses lugares do amanhecer. A condição humana é a fuga, uma fuga insana, pois o insano é o fundamento do humano. E a gente vai seguindo, buscando o excesso de sentido, a negação da falta.
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