Uma profundidade infinita. Uma abissal num desfiladeiro de seis mil metros ao sem fim. Uma queda para o alto. Uma escuridão medonha. O corpo se faz abissopelágico no mais obscuro assombro. E mesmo assim, não morre. Contorna o paredão plutônico e escala desde o mais profundo sem ar, pedra e mão, mão e pedra, até atingir a superfície, onde os pulmões se abrem novamente pela primeira vez.
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