Quais são as modalidades de exercício ordinário do poder com as quais se conectam as formas ostentatórias (ostentação, ritualização, cerimonialismo, etc) de certo excesso de sentido que se produz pelo trabalho da forma? Como as modalidades ordinárias podem nos fazer pensar (a ver algo como algo) a respeito da natureza desse simbolismo ostentatório e vice-versa?
Estou lembrando de um texto pouco debatido até de Clifford Geertz: Centros, reis e carisma, além de Negara, é claro. Vou dar uma olhada de novo.
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