Wednesday, July 11, 2012

Imagine ela

Imagina ela. Imagem nela. Imaginou? Opus barra ponto três, exercício nº 357/1949 [fortuitamente]. Para quem vai fazer tese: a prancha noventa e três, na prateleira 87, irá ajudar no processo de identificação, uma vez que sem o reconhecimento dos signos, não há signos. Isso não quer dizer que tudo se trata no propósito do reconhecimento e da negação, ok? Nem mesmo a fenomenologia do espírito poderia nos desorientar neste ponto, pois a tradução em português do alemão... [...} Alemão, o quê?...Sim, no sentido euroasiático, querido! N'est-ce pas? Chucrutizinho de deus, de meus deus todo poderoso, depois da coisa, a gente conversa, tá?;;; Voltando entonces ao ponto a partir do qual havia narrativa no nosso amor, no nosso lindo e caloroso encontro, poderíamos, na tragada mortal dessa malícia que não nos quer largar a mão como a maresia não larga a areia na parafina de uma prancha no Titan, se liga?, então...é como si, como se, como si..la viande aurait mentit. sem nem se isso é possível, mas as vírgula,s , essas jamais ficarei a devê-las, a espargilas, espargir, c'est comme ça?, espargir, epargaint lamour detre voté a la fois com si...pardon. Enquanto digitava essa parte, estava a me servir de uma dose de cachaça. [pense num bicho mentiroso! ele está a beber black label com água de coco e fica com essa história da cachaça apenas para impressionar não sei quem}, mas passemos adiante levantando a seguinte estória, se é que há história nessa semântica subalternamente americanizada na qual tento me esconder. enfim... Falar dele, sem que ele pudesse falar, por métier, causa-me profunda vontade de auto-anulação. Nem quereria me imaginar sem ele? Não!...Deixe de mentira! Não se trata de entregar todos os pontos assim de antemão. A barafúndia é perfeita. Como uma onda. Como um tubo no Titanzinho. De pé? Jamais! Jamé. Não sereis já mais como o rapaz que fede enquanto espanta por um segundo sua pobreza demente? Havia poetas realmente, na real, na mente, a viver de achocalatado? Sem nenhuma cachaça a corroer seus cérebros? Miríades possíveis quando se foge de casa, nem que seja para cagar, carregando com a mão direita o saquinho indefectível...sabe, o saquinho?...a fim de fazer o serviço completo funcionar. {...} pena pode ser de galinha, pode ser de fourcuzão! Pena de quem? Do pó? Do Poe? Os delitos e as penas! - pay per view2. Isso mesmo! dois, o um foi suprimido por falta de pagagmento (valha) ia dizer pa-gamento, afe! parece que estou andando no padre cícero da zé de alencar, no becão longo e comprimido, sem nenhuma ramificação que nos valha, mas isso é outra história, do tempo que morei lá naquele prédio vizinho ao teatro, e olhe lá que eu morava com uma atriz. louca! lôcôna. loucãozona! bicha doida que só se virava no pó de mármore, corroendo as pilastras do teatro latrino americano. Repetindo, para que vocês, os desavisados, os que beberam demais da conta, possam acompanhar. Havia poetas, ok? Havia cachaça, ok? Havia miríades possíveis, ok? Quando se fugia para cagar, carregando com a mão o saquinho indefectível, a fim de fazer o serviço completo funcionar...Qual serviço? O das luzes da ribalta, se liga? Ela o havia alcançado. Ela o havia realizado num sentido completo. Se o dormir não fosse tão inseguro e impróprio, esse dormir nos braços dela, num quarto alugado por hora nas vias de fato do zé de alencar, bem pertinho, subindo do primeiro para o segundo andar pela escadaria de pedra fria, acompanhando o chão, e nós, o homi e a muié, nós dois subindo como se não houvesse álcool em Alagoas, em Pernambuco, na Bahia, e em todo o resto, pois apenas em Teresina do Piauí havia de estar nessa parada, mesmo depois dos comerciantes terem sido produndamente lesados pelos vagabundos locais com quem fazia, inadvertidamente, negócios em torno da embriaguez alheia. Mas ela havia alcançado o segundo andar. Havia sim. Gração aos céus. Nem saberia imaginar como o sexo iria se realizar naquelas circunstâncias esdrúxulas, inaparentes, e inviáveis. Teria sido muito melhor ir prum cabaré na beira da praça para dormir em cima da mesa aos cuidados de Dona Maria, ou então pegar um táxi para o aeroporto indo encontrar em Botafogo, cidade do Rio de Janeiro, minha última herança, minha última memória. E assim se foi...Ela havia finalmente me alcançado.

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