Ontem a pessoa estava relatando que estava morrendo de dor, hoje a pessoa está relatando que está efusiva de alegria. Amanhã, será dor? E depois, será alegria? Prefiro ser sempre a dor permanente da individuação e a alegria absurda da errância. Essas oscilações entre satisfação e insatisfação são jogos de mercado que não me atraem. O mercado das almas e as almas do mercado se estatelam na falta. E da falta, eu quero é distância. Vivo na plenitude dos fluxos. Na plenitude da morte iminente.
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