Em qual critério de verdade alguém se baseia para exercer o controle sobre a fala do outro? Há justificativa com validade universal para alguém ter o direito de controlar a fala do outro? Qual o critério? Qual a fundamentação da validade universal do critério? Como escreveu Miller, "o que é válido é apenas porção (...) percebida por todos os homens em comum" (p.25).
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