A crença é uma fatalidade. A descrença é um desconstrução dessa fatalidade, é um opor-se à ideia do medo do desconhecido imposto pelo destino. Talvez, a humanização precise se livrar da figura do homem que é uma figura pálida que desvanece no ser da linguagem para ressurgir enquanto relação com a pura animalidade do humano.
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