quando estive na Índia pela última vez, não sabia estar pondo em risco o próprio destino e virei lagarto dourado sob o sol de areia e pedra e barriga esquentando dura na rocha escaldante, o rosto pintado, pintalgado de camuflagens redondas. Para salvar a alma? Para espremer o corpo e salvar a alma? Sandice? Quem dera! Sou só vida enraizada na pedra.
1 comment:
darling,
acho que você inaugura uma forma de escrita e post nesse mundo dos blogs. tô gostando. bjos
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