não me lembro mais onde estão os meridianos. nem os trópicos, além deles. trás as coisas, cimo aos montes. criatura, filho e pequenez
- no abstrato frígido do olhar;
sem devaneio, nem pena, virgula sua efígie de drogada sereia. Da malta mais leve, não se trairia esse rosto em vão, por pura que fosse, por pura conveniência de caráter.
E as estrias? Estão nas batatas das pernas, quais grafismos de um sexo meio escondido, aquecido pelo halo tenebroso da luminosidade de sala de jantar de hotel de três andares no xadrez das horas. Lugar? O destino do espaço é ser esse lugar? Refúgio de corpos serenos entremeados e molhados de suor? Impossível lugar, improvável meretriz. Ao longe e ao longo, dos pés à cabeça. Da mantilha preta à arma em prumo, virou bandido sem rumo, deixou corpo deitado na beira, e fragata de olhares por de cima dela. Intumescida manhã de luz acre e mofada faz o toldo parecer um lençol furado antes de dormir no frio. Os dedos escapando pelas frinchas, descobrindo o mundo, descortinando o céu, tudo molhado, apetitoso e íngreme, apesar de sinuoso e duro como um promontório.
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