Existe uma relação íntima que passa pela corporalidade, pela distância expressiva do corpo diante da "normalidade" social. Tenho muito mais proximidade com a geração Beat da década de 1950, por exemplo. É contemporâneo para mim não ceder ao regime de vestuário de de status corporal dominantes em situações que exigem formalidade. E não é fácil fazer isso. Gera consequências várias.
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