Educador freiriano e pesquisador, não tenho interesse em me adaptar às exigências do mercado "livre".
O mercado é reativo, reacionário, está em função da ordem social mais absurda, desigual e injusta. Quem planta mercados liberais em sua vida, colhe tempestades subjetivas de autodestruição e destruição do Outrem.
Não tenho interesse no Estado e nos seus esquemas de filiação e antagonismo, nem nos micro-fascismos que lhe dão sustentação e base social velada.
Anarco-comunista da gema. Campo democrático popular na veia. Espartaquista na alma.
Frátria, Autogestão, Autonomia e Arte.
Projeto Popular campo-cidade em torno do direito à segurança alimentar.
Diferenças sem desigualdades.
Diferenças sem distinções.
Diferenças sem purismos.
Diferenças sem planificação.
O que me interessa são pessoas em coletivos e coletivos em pessoas de modo democrático, livre e igual. Multiplicidades de redistribuição de riqueza, conhecimento e afetividades.
A desconstrução não é uma questão teórica, mas prática. A desconstrução é uma tese contra Feuerbach em versão libertária.
O princípio redistributivo é o que interessa a todos e a todas.
As ações capitalizáveis estão com nada. São mesquinhas, medíocres e cafonas. Esteticamente estéreis.
Arte, cultura e criatividade estão onde nenhum lugar se encontra. Estão fora dos centros de poder, sejam amplos ou restritos.
zona autônoma temporária
socialização dos meios de desconstrução
regulamentação dos processos aquisitivos
desregulamentação dos processos criativos
autoposição da perspectiva diante de quaisquer contextos reducionistas.
as relações sociais são relações de transformação social
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