a objetividade organiza processos produtivos.
anti-trágica, eu escapo dela,
e enlevo-me na suspensão do espaço estrutural.
o sim e o não-sim, os vazios e os preenchimentos e seu campo de usabilidade não me servem, porque não me sinto precário, nem muito menos ausente ou excluído.
Vezes sem conta, somos chamados a envergá-la como luvas e dedos entrelaçados...melhor infligir-lhe derrotas pelo riso toráxico, pela força da vontade que faz normas ganharem sentido.
minhas funções são usos, meus usos não estão em função de sistemas e processualidades.
não estou fora,
nem minha mente está dentro da cabeça.
a mente não é minha,
compartilhada se apodera de mim.
existo calmo, cálido e orgânico
como plantas
metabolismo de orquídea.
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