Será que gostaria de realmente saber aonde foram parar os livros que não mais me pertencem? Ou será que ainda me pertencem e estão apenas extraviados, como que sequestrados permanentemente? Mas, de qualquer modo, não há mais frestas vazias nas prateleiras, se bem que poderiam ficar derramados, tranquilamente, deitados ao chão. Quem sabe um xícara de café virada pelo pé torto os destruísse, ou, pelo menos, dessem esse pretexto que me obrigasse a lhes conceder um saco de lixo preto como destino.
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