Sentir orgulho de si é uma faca de dois gumes. Pode ser instrumento de poder na luta por supremacia ou fonte de satisfação pela realização do trabalho bem-feito. Ocorre que esta satisfação também pode gerar hierarquias, reforçando políticas do Estado. Contudo, o contrário do orgulho de si é a vergonha, o oposto complementar que reforça esquemas autocráticos. Talvez seja por isso que o orgulho é percebido em várias tradições religiosas como uma fonte de pecado.
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