O sentido da existência é a falta de sentido. Pode-se diante disso fazer a naturalização dos valores de uma ordem social existente, apresentando seus princípios como universais, fora do tempo, e, portanto, negando imaginariamente o espaço vazio, que é o espaço da loucura, da morte e do crime, ou então, criar novos valores, pensar de outro modo, na busca de uma nova sensibilidade que supere o niilismo.
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