Diante da irremediável solidão, a tarefa é abraçar a mais solitária solidão, uma vez que assim não se capitula frente à crença no irremediável da condição solitária, o que seria uma característica dos que nada querem, de um lado, e, de outro, não se se ajoelha à condição dos esquecidos de si, abandonados aos sabores de um eu. A mais solitária solidão não é um retirar-se da vida. Nem é o estar só no meio da multidão. É algo que não se diferencia. Não diz respeito ao âmbito da intersubjetividade, talvez.
No comments:
Post a Comment